Antes do ano 2100 terá desaparecido o 38% das espécies que moram nos fundos marinos profundos

Antes do ano 2100 terá desaparecido o 38% das espécies que moram nos fundos marinos profundos

Graças a avançados modelos climáticos, os cientistas do National Oceanography Centre (NOC) do Reino Unido, têm quantificado pela primeira vez as perdas na biodiversidade dos fundos marinhos profundo devidas à mudança climática.

Neste trabalho, publicado na revista Global Change Biology, os cientistas concluem que antes do ano 2100 terá desaparecido um 38% das espécies que habitam nos fundos marinhos profundos do Atlântico Norte e em torno ao 5% a nível mundial.

Más información: http://noc.ac.uk/news/major-reductions-seafloor-marine-life-from-climate-change-2100

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